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espaço da raquel

para escrever tudo o que me vier à cabeça, e partilhar cenas daquelas (coiso e tal, e tal e coiso) não me levem muito a sério, tenho mau feitio, mas no fundo sou boa pessoa..... (apesar de não jogar com o baralho todo)

espaço da raquel

para escrever tudo o que me vier à cabeça, e partilhar cenas daquelas (coiso e tal, e tal e coiso) não me levem muito a sério, tenho mau feitio, mas no fundo sou boa pessoa..... (apesar de não jogar com o baralho todo)

Não. Eu não achei graça

É a este "senhor" que dão "tempo de antena" e textos no mínimo vergonhosos para escrever?!

Podem defender o humor até às últimas, mas há limites, tem de haver.

Mesmo tendo sido escrito como um texto irónico, lamento imenso a falta de sentido de humor e de sensibilidade deste individuo, ao qual nem me dou o trabalho de dizer o nome. Uma vez mais, defendo todo o tipo de humor,  mas há situações com as quais não se brinca, e esta é uma delas. Mais respeito pela dor alheia, por favor.

Fazer humor negro com crianças vítimas de cancro é de uma falta de senso ou até de escrúpulos inacreditável. Seguramente se ele tivesse um filho ou filha nas circunstâncias que são faladas e retratadas não usaria tal retórica. E a propósito: a "piadola" de muito mau gosto insere-se na retórica habitual de um cavalheiro que muito tem de presunçoso.

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“pequenos” dizeres

os nomes

 

cuca, teka, pipinha, vává, bééé ou então, coloquem um “ e” ou um “de” lá no meio (Manuel de Santos Oliveira e Castro, já que estes “e” ou um “de” podem fazer verdadeiros milagres!)

 

a família

o pai (nunca o meu pai), a mãe (nunca a minha mãe) - os piquenos, são as “crianças” - referir sempre o resto da família pelo nome ou melhor, pelos diminutivos, é mais chique - os amigas da mãe/pais, são sempre " tias" / "tios", nunca amigos

 

as palavras

- vivenda, é uma casa

- muito, para eles é IMENSO - telefone, é fácil esta é TUFONE/TEFONE

- sem classe é o mesmo que dizer que é uma PINDÉRICA - estou chateada, que MAÇADA - não é isso, jamais, é o de TODO

- calças de ganga, são os JEANS

 

a alegria

- que máximo, fantástico, giríssimo ou ainda é supéééé, expressões que só elas/eles entendem

- que vestido medonho, é o mesmo que o vestido é caro - aquele desporto de “ piquenos” giríssimos atrás da bola, claro que se trata de futebol - estou com uma enxaqueca horrorosa, estou mesmo é cheia de dívidas... e "dor de cabeça "é expressão para pobre - comprei este camisola da Gautier em Paris, foi mesmo à feira de Carcavelos ou Cascais 

- fui a Londres, na realidade foi mesmo a Badajoz e pronto - o “Piqueno” da loja foi um querido, que é o mesmo que dizer, o tipo da loja fez-me uma promoção.

 

e pronto, estas são algumas verdadeiras pérolas de "piquenos" dizeres das nossas gentes da “socialaite” 

 

Nota: a qualquer momento este post poderá ser devidamente editado

Para provocar pensadores

 ... A língua portuguesa, junto com a francesa, são as ÚNICAS línguas neolatinas na face da Terra que são completas em todos os sentidos... quem fala português ou francês de nascimento, é capaz de fazer proezas como esse texto com a letra "P". Só o português e o francês permitem isso...  a língua inglesa, se comparada com a língua portuguesa, é de uma pobreza de palavras sem limites... portanto, antes de estudar uma outra língua, se aperfeiçoe na sua, combinado?!   A LETRA "P" "Apenas a língua portuguesa nos permite escrever isso...       

Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas, paredes, portais.

Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir. Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres.

Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas.

Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para Papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris.

Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los. Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas.

Pisando Paris, permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se.

Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente!

Pensava Pedro Paulo... Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses. Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo. Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir.

Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai Procópio partira para Província.

Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir praticando pinturas.

Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal.

Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu: Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia.

Porque pintas porcarias? Papai proferiu Pedro Paulo, pinto porque permitiste, porém, preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal.

Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando.

Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus.

Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito.

Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo.

Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos.

Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo. Pereceu pintando... Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar... Para parar preciso pensar. Pensei. Portanto, pronto pararei.  

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