para escrever tudo o que me vier à cabeça, e partilhar cenas daquelas (coiso e tal, e tal e coiso) não me levem muito a sério, tenho mau feitio, mas no fundo sou boa pessoa..... (apesar de não jogar com o baralho todo)
para escrever tudo o que me vier à cabeça, e partilhar cenas daquelas (coiso e tal, e tal e coiso) não me levem muito a sério, tenho mau feitio, mas no fundo sou boa pessoa..... (apesar de não jogar com o baralho todo)
era uma vez uma little criancinha que brincava com a trave da cozinha mas a trave da cozinha was break e a little criancinha levou com a trave na pinha!!
conclusão, nenhuma, apeteceu-me escrever e pronto! JÁ TÁ.
Ultimamente e de madrugada, tenho ouvido os meus vizinhos de baixo a fazer um barulho estranho...
É uma espécie de pancada ritmada na parede que é acompanhada por uns gritinhos e uns gemidos da minha vizinha. Aquilo de início preocupou-me, até pensei que ela se estivesse a sentir mal, mas quando o barulho parou ela soltou umas risadas e eu fiquei mais descansada. Acho que as pancadas são da cama a bater na parede, mas a mim custa-me a acreditar...
é que com tanto grito e gemido tenho medo que o que bate na parede seja mesmo a cabeça da vizinha!
Numa época em que a concorrência está cada vez mais acirrada, não adianta somente ter um bom produto, conseguir apresentar um preço justo, fazer a campanhas de divulgação adequadas, se na hora em que o cliente chegar á loja, receber um péssimo atendimento. Este raciocínio que parece tão lógico, na prática é um desafio aos proprietários e gerentes que atuam no comércio.
Fui trocar umas prendas que me deram no natal e aproveitei para almoçar com os amigos meus, venho de todo, sem jeito e vontade para nada, sem paciência, rezingona, enfim, tudo isto por uma tarde passada em certas lojas a fazer as respectivas trocas.
Para mim, o atendimento é fundamental e decisivo na hora de eu ir realizar uma compra. Logo, um bom atendimento faz com que nós fiquemos e/ou passemos a palavra a familiares e amigos.
O tempo que se desperdiça numa loja bem mais do que o necessário, o atendimento lento de determinadas lojas, há lojas "complicadas" para se comprar. Nessas lojas é difícil encontrarmos um vendedor, se o acharmos não o podemos largar senão, nunca mais, o estacionamento é um inferno, os vestiários são insuficientes ou estão sempre com filas intermináveis. A falta de arrumação e organização de uma loja é sentida pelo cliente. A ausência de preços nos produtos é outra, lá temos nós de andar á “caça” do vendedor que entretanto já nos fugiu para lhe perguntar o preço daquele o de outro produto.
O respeito pelo cliente, esta sim, é a parte pior, ou somos bajulados ou ninguém nos liga nenhuma, (tipo, olha a cliente é ela, por isso ela que cá venha perguntar ou dizer o que quer, PORRA) e se por acaso até vamos (por azar) fazer essa pergunta, ai meu deus, levamos logo com má cara e um diga, áspero e de frete. A arrogância e a pouca simpatia de alguns vendedores tiram-me do sério e são para mim atitudes que especialmente me irritam!
Atenderem-me a mim e mais 10 pessoas ao mesmo tempo, logo, não prestam a mínima atenção ao que eu estou a perguntar. Ficarem colados a mim e não me darem a oportunidade de “dar só uma espreitadela”, não verificarem se por acaso e não for muito incómodo, têm o que eu pedi, levo logo com um NÃO, já não temos.
Se o segredo para atrair clientes é atender bem, que tal os gerentes e/ou donos dessas lojas apostarem na formação e qualificação desses vendedores.
hoje, vejo o Natal materializado no exagerado desejo de consumo, quando na verdade para mim, quando criança me bastava montar o meu presépio juntamente com os meus pais, sentar-me com a minha família à mesa, enfim, pequenas mas GRANDES coisas que fazem de nós os adultos que hoje somos.
A verdade é que o Natal para mim, era uma das épocas que eu mais gostava, mas agora é estranho, já não vivo o Natal como vivia, é diferente.
As pessoas afastaram-se, fazem do Natal um dia como outro qualquer.
Hoje, as crianças fazem listas enormes de presentes electrónicos, são insaciáveis, não conseguem perceber o valor das coisas, o sacrifício que muitas das vezes alguns pais fazem para as presentear com “aquele brinquedo”.
As crianças não sabem mais sonhar...nem desfrutar dos sonhos...
Mas o ESPÍRITO DE NATAL é nascimento, fé, fraternidade, esperança, confraternização, perdão, é amor! Enfim, uma aura de boa espiritualidade que deveria “entrar” e permanecer no coração de toda a humanidade.
Para os amigos que têm sempre um lugar muito especial no nosso coração e no nosso pensamento, deixo os meus votos sinceros de um Feliz Natal na companhia dos que vos são mais queridos e de um Ano Novo de 2008 repleto de alegrias e MUITA saúde.
Cabe-nos a todos, dar-mos um pouco de nós para fazermos de 2008 um ANO AINDA MELHOR.