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espaço da raquel

para escrever tudo o que me vier à cabeça, e partilhar cenas daquelas (coiso e tal, e tal e coiso) não me levem muito a sério, tenho mau feitio, mas no fundo sou boa pessoa..... (apesar de não jogar com o baralho todo)

espaço da raquel

para escrever tudo o que me vier à cabeça, e partilhar cenas daquelas (coiso e tal, e tal e coiso) não me levem muito a sério, tenho mau feitio, mas no fundo sou boa pessoa..... (apesar de não jogar com o baralho todo)

11.Set.07

a culpa está sempre nos outros?

Por que é que algumas pessoas insistem em colocar a culpa dos problemas que acontecem nas suas vidas nos outros, em vez de assumirem a responsabilidade?

 
Quem jamais, ou quase nunca, admite ter construído os seus insucessos, carrega consigo os sentimentos de frustração, de impotência e de injustiça. Frustração porque vê os seus planos falharem. Impotência porque, como não se atribui a culpa, sente-se incapaz de agir sobre seu próprio destino. Injustiça porque não se considera merecedor do infortúnio, uma vez que, em sua opinião, não é ele o autor do mesmo.
 
Transferir a responsabilidade aos outros traz um falso conforto momentâneo. Uma análise mais cuidadosa de qualquer acontecimento negativo na nossa vida vai sempre salientar a nossa participação activa no episódio. Muito mais do que gostaríamos de admitir. Os namorados nos deixaram porque era um perfeito idiota ou porque nós não investimos na nossa relação nem em nós mesmas? O emprego não aparece porque o mercado de trabalho está mau ou porque o seu currículo não ajuda? Nós não passamos nos exames porque a concorrência era muito grande ou porque simplesmente não estudamos o suficiente?
 
É claro que há sempre, lembre-se, os factores determinantes e os predisponentes a qualquer acontecimento. Pode ser que um factor determinante esteja fora de nós, mas que nós ajudamos com um ou mais factores predisponentes, isso lá é verdade.
 
Vamos lá confesse!
10.Set.07

caramulo motorfestival 2007

Durante o Caramulo Motorfestival, esteve em curso o Passeio Histórico Viseu-Caramulo, um passeio de automóveis clássicos. Passeio que eu e o Rui participámos com o nosso clássico Mercedez Benz (220 sb), de 1964, carro que foi do pai do Rui e que por ele foi recuperado e está lindo.

Começei a escrever este post em viagem, ia com um medo terrível que a viatura não chegasse ao destino, mas portou-se lindamente, e claro ficámos muito contentes.

Passeio Histórico Viseu-Caramulo, organizado em parceria com o CAV (Clube Automóvel de Viseu), proporcionou a cerca de 30 veículos um itinerário pelo Distrito de Viseu.

Este passeio teve início no dia 7 de Setembro em Viseu e terminou no dia 8 no Caramulo, com uma subida pela Rampa do Caramulo, em forma de desfile e posterior exposição dos automóveis em frente do Museu do Caramulo, momento a partir do qual os participantes podiam visitar e assistir ao decorrer das restantes actividades do Caramulo Motorfestival.
 
No dia 9 de Setembro, último dia do Festival, teve lugar a Rampa Histórica do Caramulo, concessionada aos automóveis e motociclos históricos, clássicos e de competição.

Com um traçado ímpar, sinuoso e bem asfaltado, numa extensão de 2,8 Kms. Sem curvas lentas assume-se como uma rampa de rápida, com duas rectas onde os automóveis podem atingir elevadas velocidades, terminando depois a prova no sopé da Serra, com um espaço Lounge para pilotos e público.

Ao longo de todo o traçado houve guarda rails de acordo com as mais exigentes normas de segurança, bancadas em várias curvas e uma zona VIP, com uma visibilidade que abrange quase todo o circuito.
Com horas programadas de subida e descida, para um bom funcionamento em termos de horário e segurança da prova
 
Foi um fim de semana em cheio, com muitas actividades e fotografias á mistura. Aqui vos deixo algumas delas.

  

 

05.Set.07

já ...

perdoei erros quase imperdoáveis,
 
tentei substituir pessoas insubstituíveis e esquecer pessoas inesquecíveis,
 
fiz coisas por impulso,
 
decepcionei-me com pessoas, quando nunca pensei que me iria decepcionar, mas também decepcionei alguém,
 
abracei para proteger,
 
ri-me quando não podia, fiz amigos eternos, amei e fui amada, mas também já fui rejeitada e não amei.
 
gritei e dei pulos de tanta felicidade,
 
vivi de amor e fiz juras eternas, "e enganei-me “!
 
chorei ouvindo música e vendo fotografias,
 
liguei só para escutar uma voz,
 
apaixonei-me por um sorriso,
 
pensei que fosse morrer de tanta saudade e tive medo de perder alguém especial (e acabei por perder)! Mas vivi! E ainda vivo! Não passo pela vida.
 
bom mesmo é ir a luta com determinação, abraçar a vida e viver com paixão, perder com classe e vencer com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve e a vida é MUITO boa para ser insignificante.
 
01.Set.07

não, palavra simples, mas que é tão difícil de dizer

algumas vezes tudo o que queremos é não fazer algo, e não conseguimos dizer que não? Qual é o motivo e qual é a mania de agradar aos outros e não a nós próprios?
porque aceitamos situações, em que se tivéssemos dito não, não teríamos que aguentar coisas que não precisamos?
precisamos aprender a dizer não, é simples, quando não queremos ou não temos vontade, simplesmente dizer NÃO. Ninguém vai deixar de gostar mais ou menos de nós, pelo contrário, saberão que quando dissermos sim, será um sim sincero, um sim de coração.
dizer não tem suas responsabilidades e consequências como tudo na vida, e é preciso aprender a lidar com elas, pois é melhor lidar com elas, do que ter a angústia de fazer algo que não se quer, simplesmente por não ter tido a coragem de dizer não.
mas para dizer não, é preciso também aprender a dizer sim, dizer sim ao desconhecido, à mente aberta, a novas oportunidades, não ficar sempre preso ao conhecido, ao cómodo, aprender a dizer sim, significa estar aberto, por outro lado não significa ir contra sua vontade, mas estar aberto a conhecer o que ainda não se conhece.
como quando somos crianças e simplesmente dizemos que não à comida que a nossa mãe nos dá, o que é que costumava-mos ouvir? Não digas que não gostas, se nunca experimentaste, e é por aí também, claro, com a maturidade temos o discernimento de dizer não aquilo que sabemos que faz mal, mas aquilo que não conhecemos, temos de dar a oportunidade de conhecer, e aquilo que simplesmente nos não queremos, temos de dizer um não, a nossa sinceridade será a melhor maneira de conquistar a confiança em alguém, e de mostrar quem nós realmente somos, e assim ter pessoas que gostam de nós  mesmo, sem máscaras.
01.Set.07

coisas que me fazer sorrir

um sorriso, os meus pais, a minha afilhada, os meus amigos, um beijo, o sorriso do Rui, as férias, uma fotografia, o mar, o sol, o meu moinho, a minha infância, os meus ideais, um gelado, uma memória, uma viagem, o cheiro a terra molhada, o pôr-do-sol,  croissant, escrever no meu blog, ler, visitar sítios encantados, ouvir o som da chuva a "partir" as vidraças e eu na minha cama....
 

 

   são tantas as coisas que me fazem sorrir e neste momento estou a fazê-lo.
 

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