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espaço da raquel

para escrever tudo o que me vier à cabeça, e partilhar cenas daquelas (coiso e tal, e tal e coiso) não me levem muito a sério, tenho mau feitio, mas no fundo sou boa pessoa..... (apesar de não jogar com o baralho todo)

espaço da raquel

para escrever tudo o que me vier à cabeça, e partilhar cenas daquelas (coiso e tal, e tal e coiso) não me levem muito a sério, tenho mau feitio, mas no fundo sou boa pessoa..... (apesar de não jogar com o baralho todo)

Encerrado para férias do pessoal, ou seja EU!!!!

É oficial, vou de férias, e só volto quando me der na real gana, e se não me sair o Euromilhões!!!

mentirinha, isto era o que eu gostava, mas não pode ser. alguém tem de contribuir para o avanço deste país, todos nós meus caros o temos de fazer. Desejo a todos os que vão, umas boas férias, e votos de  bom trabalho para quem fica, e nada de tristezas, o Vosso tempo de descanso já passou, mas eu em férias pensarei em todos vocês com muito carinho , muito carinho.

hunde-unter-wasser-05.jpg

 Fotografia Seth Casteel: http://www.sethcasteel.com

 

 

 

 

Informação

Hoje de manhã fiz uma publicação a dar a minha opinião (minha, e só minha) sobre as declarações do Sr. Primeiro Ministro sobre os incêndios. Não deu tempo para quase respirar, e em menos de nada já estava a receber alguns comentários menos aceitáveis, e impróprios sobre a dita publicação.

Como não admito faltas de respeito, nem faltas de educação, porque não sou assim para ninguém, nem trato mal as pessoas que têm desde há muito tempo a "porta" deste blog sempre aberta para comentarem, rirem, chorar, falar de coisas sérias, de brincadeiras, e até coisas tontas, sim porque a vida também se faz disto, e essas mesmas pessoas, como não sabem respeitar a opinião alheia, e são de uma má criação surreal, nem sequer acesso a um computador deviam ter.

Assim, informo que todos os comentários malcriados, desrespeitosos, rudes, e que até chegam a ser ordinários, serão automaticamente apagados.

 

Obrigada

 

 

Quando falamos das desgraças, mas assistimos de “bancada”

Tudo parece tudo fácil, todos temos uma opinião bem vincada, e se fosse connosco, fazíamos, e acontecíamos, seria sempre diferente, mas na realidade as coisas nunca se passam assim, e só mesmo num momento de aflição conseguimos explicar determinadas reacções. 

Todos sabemos que existem inúmeras condições adversas para se conseguir extinguir o fogo e que teima em não dar tréguas em Monchique, mas acho que ainda assim ninguém consegue ficar  indiferente, e sem ter uma reacção depois de ouvir, ou ler as palavras que o Primeiro Ministro, António Costa proferiu sobre o incêndio de Monchique, quando refere a regra do sucesso. Sucesso? Mas que sucesso? Será que o sucesso terá a ver com tantas pessoas que ficarem sem aquilo que construíram ao longo de uma vida, sem os seus animais, e sem meios de subsistência?!

É também um sucesso ver as condições de todos os homens que estão no terreno, sem paz, nem descanso. 

Podem existir muitos culpados, podem existir falta de meios, etc... O que se exige de um Primeiro Ministro, é que decida na altura certa, e não me parece que seja o Ministro desta ou daquela Pasta, que tem de ir apagar fogos. O que é certo, é que cada vez mais vejo determinadas pessoas a quererem sobressair....mas de uma maneira muito, muito fraca!!!

É ainda de referir que as chamas já terão consumido cerca de 20 mil hectares e causaram 29 feridos, além de 250 deslocados.

Obrigada Sr. Primeiro Ministro, estamos sempre a aprender com as suas "sábias e prontas palavras"

 

https://expresso.sapo.pt/politica/2018-08-08-Antonio-Costa-Monchique-e-a-excecao-que-confirma-a-regra-do-sucesso

 

 

A personalidade que por vezes nos trai

 

Sempre tive muita personalidade, desde miúda que fui assim. E, embora os meus pais me tenham sempre tentando contrariar em algumas coisas, eu acabava por explicar a minha razão de ser, e de agir, e eles acabam por concordar comigo. Sempre lutei pelos meus ideais, por causas que achava justas, pela sinceridade, honestidade, valores, e acima de tudo pela verdade. Sempre assim foi.

 

Fui crescendo, e esses valores mantiveram-se. Só que quando somos adultos, a coisa tem tendência por vezes a descambar, uma vez que temos de viver em sociedade, e viver com muitas pessoas com as quais não nos identificamos, é normal, e nas relações profissionais tudo se torna bem mais complidado, e mais difícil de manter. Quando temos à nossa volta pessoas que são autênticas múmias, e que andam no mundo apenas, e simplesmente para respirar, que dizem sim a tudo, nunca questionando nada, o que dá? Chatices. Não temos todos de concordar com tudo, eu mantenho a minha posição, mesmo tendo que aceitar, porque em muitos dos casos, e situações acontecem a nível profissional, o que dificulta a coisa, e essas mesmas relações. Não podemos simplesmente bater com a porta, e deixar esse ser em questão a falar sozinho. Podemos, mas não devemos, a regra da boa educação assim o dita.


Tenho a plena consciência que a minha presença, bem como a minha voz pesada, e grave são pontos que não tenho a meu favor. Sei que me podem colocar em situações de conflitos precisamente por ter uma voz que mesmo estando a brincar as pessoas podem levar de tal ponto a mal, que pensam que estou a discutir.


Ultimamente tenho feito  de um tudo para como se costuma diz” entrar de fininho”, e o mais sereno possível, até tentando passar despercebida, falar sempre com o tom mais baixo possível, para que a minha voz não ser tida como agressiva. Mas nem assim a vivência é fácil numa empresa onde ninguém se dá ao respeito, e por conseguinte, não respeita também os demais.

Para muitos a forte personalidade, é considerada como sendo um ponto característico de ser uma pessoa arrogante, o que não é verdade. A minha postura de lutadora, e de mulher que se fez à vidinha, e que já passou por alguns “apertos” fez-me uma pessoa desconfiada, e defensiva.


Embora tente sempre desconstruir isso, e sendo sempre a minha primeira abordagem, uma abordagem simpática e cordial, essas pessoas que nem sempre retribuem da melhor maneira, devolvem-nos muitas vezes atitudes rudes, de altivez, e ai sim com uma postura arrogante.

Mesmo quando temos de nos adequar a estados na, e da vida, sobre os quais nem concordamos, penso sempre mil vezes antes de abrir a boca, e emitir uma opinião, e tudo isto porque simplesmente as pessoas não se dão ao entendimento, elas é que estão bem, e certas, e os outros que se danem. Não entendem, e não há volta a dar a isso. Quando se tenta, e nada se "recebe", começamos a questionar se de facto valerá realmente a pena haver tanto cuidado no trato com pessoas assim.

Ora o meu resumo de 42 anos de vida, cada um dá o que tem...e muitos não sabem dar mais. Não sabem dar nada.

 

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